Programa também falou sobre a atuação do Instituto de Orientação Profissional (IOP), entidade que presta apoio gratuito a crianças, adolescentes, idosos e mãos atípicas no bairro João de Deus

O programa Papo Cidadão, da Rádio Assembleia, destacou, nesta sexta-feira (8), o projeto “Caçadores de Verdade” e a atuação do Instituto de Orientação Profissional (IOP). Sobre os assuntos, a apresentadora Milena Dutra conversou, com Alisson Rodrigues, membro da Liga Acadêmica de Desenvolvimento de Games e acadêmico do curso Engenharia de Softwares da Universidade Dom Bosco; e com a presidente do IOP, a psicóloga Bianca Chaves.
Alisson Rodrigues explicou que o projeto “Caçadores de Verdades” é uma iniciativa educacional desenvolvida com foco no combate à desinformação e às fake news entre crianças e jovens, utilizando um jogo educativo virtual como ferramenta principal.

“É muito importante a gente averiguar as informações que nos chegam por meio das redes sociais. A iniciativa utiliza um jogo interativo para ensinar estudantes da rede estadual de ensino a identificar notícias falsas e desenvolver o pensamento crítico. O protagonista da trama é chamado “Pata Mansa”, que é morador da cidade denominada “Fuxicopólis”, esclareceu.
Alisson ressaltou que o jogo aborda a facilidade com que boatos se espalham, especialmente em períodos eleitorais, e capacita jovens a lidar com o excesso de informações nas redes sociais.
“Este projeto visa treinar os alunos para se tornarem “caçadores” de informações verídicas, verificando fatos antes de compartilhá-los. O projeto tem atuado intensamente em escolas de São Luís, incluindo atividades na Cidade Operária, com rodas de conversa e testes de jogabilidade”, acrescentou.
Atuação do IOP
Por sua vez, Bianca Chaves disse que o Instituto de Orientação Profissional (IOP) é uma entidade que atua no bairro João de Deus, em São Luís, focada em atividades de organizações associativas ligadas à cultura, à arte e ao empreendedorismo.
“O IOP foi criado, em 2023, em resposta a uma inquietação que tive dentro de minha graduação em Psicologia. Atuamos na comunidade do bairro João de Deus, embora a gente leve ações para outros bairros. Atendemos crianças, adolescentes, idosos e mãos atípicas”, frisou.Milena Dutra também recebeu Bianca Chaves e Fabiana Silva no bate-papo sobre o trabalho do IOP
Bianca Chaves esclareceu que os serviços prestados pelo IOP são gratuitos e consistem em ações sociais que beneficiam, por exemplo, mães atípicas e crianças. “Mães atípicas são mulheres que criam e acompanham filhos com deficiências, síndromes raras ou neuro divergências, como autismo, TDAH, dislexia. Essas mães enfrentam rotinas intensas, com necessidade de adaptações, terapias frequentes. Atendemos esse público por meio do programa Azul Marinho, que é oriundo do Cuidar do Cuidador”, explicou a psicóloga.
A cabeleireira e manicure Fabiana Silva, que é mãe atípica e empreendedora, também contou sua experiência no programa. Ela afirmou que está sendo beneficiada pelas ações do IOP, que tem contribuído bastante com suas ações e apoio à comunidade.
