A jornalista Milena Dutra recebeu a delegada Kazumi Tanaka e a pediatra Angélica Veiga na estreia do programa, na Rádio Assembleia, nesta sexta-feira

O programa ‘Papo Cidadão’, apresentado pela jornalista Milena Dutra, estreou nesta sexta-feira (6), na Rádio Assembleia (96,9 FM), com entrevistas da delegada da Mulher, Kazumi Tanaka, que falou como curtir o Carnaval sem assédio e o que fazer se isso acontecer; e da médica pediatra Angélica Veiga, que abordou o projeto Alegria que Cura – como o bom humor também faz parte do tratamento de crianças hospitalizadas.
Antes da primeira entrevista, Milena Dutra leu várias notas de utilidade pública, dicas de emprego e de seletivos, prazo para inscrição no Minha Casa, Minha Vida e de pagamento de IPVA e sobre campanha de prevenção de gravidez na adolescência lançada pela Secretaria de Saúde do Estado. No quadro ‘Você Sabia’, mostrou, por exemplo, que existe lei federal que concede bolsa a mulheres que sofrem violência doméstica com auxílio aluguel de até seis meses, benefício também disponibilizado no Maranhão por lei.
A primeira entrevista do programa foi com a coordenadora das Delegacias da Mulher no Maranhão, Kazumi Tanaka, sobre assédio e importunação sexual a mulheres, em especial no Carnaval.
“É um tema muito importante neste momento que a gente está recebendo gente do mundo todo e 700 mil pessoas devem participar do Circuito na Litorânea. Que as mulheres não aceitem esse tipo de assédio e importunação sexual. Nossas cartilhas são para prevenirem e orientar tanto os homens como as mulheres. Trabalhamos de forma preventiva com os dois”, explicou a delegada.
Cidadão do Bem
Durante o programa, a médica pediatra Angélica Veiga falou, no quadro ‘O Cidadão do Bem’, que atua na rede pública e privada da capital com atendimento a crianças em UTI com ações de bom humor, sempre fantasiada de personagens como Branca de Neve e Minion. O quadro sempre terá pessoas que realizaram ação relevante e voltada para a coletividade.
“É o meu jeito de trazer um outro olhar à hospitalização dessas crianças, que já vêm com medo nas emergências e urgências e sentem medo quando veem pessoas de jaleco branco. É uma forma diferenciada”, resumiu.
